Capa da revista ‘The Economist’ mostra Steve Jobs em pose
religiosa, com o iPad fazendo papel de ‘tábua de salvação’.
O público especializado, sentiu a falta de uma série de itens considerados “indispensáveis” para que o iPad pudesse ser considerado (mais) um produto “matador” da Apple. Veja aqui algumas “limitações” do novo tablet:
Câmera de vídeo – O iPad tem wi-fi e 3G, mas perde força ao dispensar uma câmera. Com isso, o dispositivo – que também não tem webcam – poderia se tornar uma boa ferramenta para videoconferência, por exemplo.
Recurso multitarefa – Cada vez mais acostumado a fazer várias tarefas ao mesmo tempo no computador, o utilizador tem tudo para se sentir um tanto “preso” no iPad, já que o aparelho só permite abrir uma aplicação de cada vez.
USB – Em vez de optar pela porta USB, presente em outros produtos da companhia, a Apple oferece o conector dock e já anunciou um kit de conexão para câmeras, com adaptadores para câmera e SD card.
Suporte a Flash – Como o Flash está presente em muitos sites, a falta de suporte para esta tecnologia é um entrave na experiência de navegação do usuário.
Memória – O iPad estará disponível inicialmente com três capacidades de armazenamento – 16GB, 32GB e 64 GB –, bastante limitadas para quem quiser guardar muitos filmes em alta definição, por exemplo.
HDMI – E já que o assunto é alta definição: sem saída HDMI, o iPad não poderá ser conectado a um monitor HD, por exemplo.
Por isso, nem tudo são rosas, e a frase de Steve Jobs “é algo melhor do que um netbook”, talvez não seja totalmente verdadeira!
Luís Pereira
Director de Curso